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Companhia melhorou seu desempenho energético para atender os requisitos necessários da ISO 50001 e se tornar a primeira do setor químico brasileiro a receber a certificação.

BASF recebeu a certificação internacional ISO 50001 – Sistema de Gestão de Energia
Foto: Divulgação/BASF

A BASF recebeu a certificação internacional ISO 50001 – Sistema de Gestão de Energia – para todas as unidades produtivas do Complexo Químico de Guaratinguetá (interior de São Paulo), incluindo as áreas de infraestrutura e logística. No ano passado, a empresa havia se tornado a primeira indústria química no Brasil a receber a mesma certificação para três plantas.

A ISO 50001 auxilia as empresas a estabelecerem práticas mais eficientes e modernas em relação à gestão energética e é uma das mais importantes do segmento. Assim, a conquista indica que a BASF melhorou significativamente seu desempenho energético em relação à eficiência, uso e consumo.

O projeto Triple E (Excellence in Energy Efficiency) é o principal responsável pela melhora nos indicadores de eficiência energética na BASF. Iniciado no Complexo Químico de Guaratinguetá em dezembro de 2015, em parceria com a Unesp (Universidade Estadual Paulista), o projeto teve como objetivo melhorar os índices energéticos e de sustentabilidade, além de aumentar a competitividade da companhia na América do Sul.

“A conquista da certificação ISO 50001 em todas as unidades produtivas do Complexo Químico de Guaratinguetá é motivo de muito orgulho para nós, uma vez que representa o nosso foco em melhoria contínua. As medidas implementadas durante o processo de certificação promoveram resultados bastante positivos e mostram o nosso foco em sustentabilidade e inovação”, afirma Patrick Silva, diretor de infraestrutura da BASF para América do Sul e do Complexo Químico de Guaratinguetá.

Ações do projeto Triple E

Entre os maiores exemplos das iniciativas aplicadas pelo projeto Triple E, estão a adequação no retorno de condensado para caldeira de vapor, a otimização de sistemas de exaustão, o automatismo de válvulas e a otimização de sistemas de bombeamento.

Além disso, já foram implantadas medidas como a otimização de sistemas de águas de resfriamento e a instalação de novos trocadores de calor em sistemas de aquecimento de água, que reduzem perdas de energia como o gás natural para geração de vapor e melhorias na cogeração de energia elétrica do site.

Ao todo, foram aplicadas 74 ações em prol de atender as iniciativas do projeto Triple E. Os resultados esperados com a aplicação destas e outras na unidade de Guaratinguetá são a redução da emissão de gases (CO2eq) em 3.070 toneladas/ano, redução no consumo de energia primária internamente em 19,3 mil MWh/ano e redução de custos em R$ 9,0 milhões.

O projeto Triple E também está em andamento nas unidades do Demarchi – em São Bernardo dos Campos (SP) – Jacareí (SP) e Indaiatuba (SP) e em General Lagos, situada na Argentina. O escopo ainda prevê a implantação das unidades de Camaçari (BA) e Concón, no Chile.

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