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Novo presidente do Instituto Brasileiro de Impermeabilização apresenta ideias para o seu mandato e afirma que mercado do País é um dos maiores do mundo. Entidade também realizou Simpósio para debater principais questões do setor.

Impermeabilização torna edificações mais funcionais, seguras e duráveis
Impermeabilização torna edificações mais funcionais, seguras e duráveis

O Instituto Brasileiro de Impermeabilização (IBI) possui uma nova diretoria para o biênio 2018-2020. Em Assembleia Geral Extraordinária, Jaques Pinto foi eleito presidente para o período. O executivo tem participação no IBI Brasil há cerca de 10 anos e já foi conselheiro nas duas últimas gestões. Para ele, entidades como o IBI possuem um trabalho fundamental nas áreas técnica e institucional para contribuir com o desenvolvimento do mercado de construção.

Em sua avaliação, o mercado brasileiro de impermeabilização é um dos maiores do mundo, porém, a participação na economia do País ainda pode ser maior. “O consumo de impermeabilizantes e produtos químicos para construção no Brasil ainda é muito menor em termos per capita do que nos países desenvolvidos. Portanto há muito a se desenvolver”, afirma Jaques.

Novo presidente do Instituto Brasileiro de Impermeabilização
Jaques Pinto, presidente eleito para o biênio 2018-2020

O árduo cenário econômico que o País atravessa – com o Produto Interno Bruto (PIB) chegando a 8% – pode ser apontado como um dos responsáveis. É preciso trabalhar novas perspectivas até a melhora do atual momento, visando novos espaços para crescimento e investimento em infraestrutura. “Outro fator que deve ser observado é que o mercado imobiliário estava com um estoque elevado, sem lançamentos significativos entre 2016 e 2017. Agora, com os estoques mais baixos, as construtoras voltam a fazer lançamentos. Este cenário aponta para a retomada dos investimentos do setor e com certeza vão afetar de forma positiva o segmento de impermeabilização”, diz o novo presidente do IBI.

Fato é que a impermeabilização é essencial para tornar as estruturas de edificações mais funcionais, seguras e duráveis. Portanto, a consolidação do mercado é uma tendência não só no Brasil, mas no mundo. Em relação à inovação e tecnologia, Jaques afirma que o País tem tudo que os países desenvolvidos possuem: “Temos a mesma tecnologia utilizada por outros mercados, tanto na área de produtos quanto na de serviços. Mantas, produtos acrílicos, resinas sintéticas, produtos cimentícios, entre outros”.

Para o executivo, o Instituto tem a oportunidade de se consolidar como uma referência através da sua profissionalização e expansão nacional. Além disso, para o seu mandato, também há a possibilidade de crescimento por meio da adição de novos segmentos. “Isto se dá pela grande sinergia entre o segmento de impermeabilização e a indústria química voltada para o mercado da construção, sobretudo nas áreas de recuperação, aditivos para concreto e pisos”, explica.

No próprio IBI, grande parte das empresas associadas oferece produtos e serviços que vão além do foco principal e são chamadas de especialidades químicas. “O IBI Brasil poderá acompanhar esta tendência. As últimas diretorias já promoveram alterações no estatuto que permitiram agregar outras especialidades químicas. A criação de câmaras setoriais, como a de aditivos para concreto, é um exemplo de um novo segmento de atuação. Manteremos a força na área técnica, na formação e desenvolvimento do mercado, disseminando informações e participando ativamente na criação das normas técnicas”, conclui Jaques Pinto.

Simpósio Brasileiro de Impermeabilização

IBI realizou a 15ª edição do Simpósio Brasileiro de Impermeabilização.
Paulo Helene durante palestra no Simpósio Brasileiro de Impermeabilização

No mês de junho, o IBI realizou a 15ª edição do Simpósio Brasileiro de Impermeabilização. O evento contou com a palestra de abertura do Professor Paulo Helene, diretor da empresa PhD Engenharia, que falou sobre o tema “A importância da impermeabilização nas estruturas de concreto”.

De acordo com o palestrante, o setor apresentou uma evolução, principalmente no que diz respeito à indústria química ligada ao mercado da construção civil, com o desenvolvimento de concretos especiais. Segundo ele, mais de 90% das construções utilizam o concreto, que tem uma influência direta na durabilidade das edificações e nas respectivas estruturas.

Por sua vez, a impermeabilização está presente em todas as áreas e é fundamental para que a construção apresente eficiência, resistência e qualidade. “Nas fachadas, por exemplo, a utilização de argamassa e pastilhas não é suficiente para a proteção contra a ação do CO2 (dióxido de carbono) e da unidade”, disse Paulo Helene.

Para o professor, é essencial que o conhecimento e aplicação dos requisitos das normas técnicas sejam aplicados a fim de evitar problemas e garantir a impermeabilização correta. Especialmente durante a realização de um projeto baseado em um estudo correto das estruturas. Na estrutura, o projeto de impermeabilização deve prever a drenagem eficiente da água, garantir a utilização do concreto apropriado em cada etapa da obra, controlar fissuras e prever revestimentos duradouros.

Helene também destacou a importância do projeto de manutenção, prevendo os processos de envelhecimento da edificação e atento aos mecanismos de deterioração. Ele abordou a NBR 12655 – Concreto de cimento Portland – Preparo, controle, recebimento e aceitação – Procedimento – com destaque para problemas de estanqueidade da junta e a necessidade de maior divulgação deste tema.

A próxima edição do Simpósio Brasileiro de Impermeabilização já está marcada para 2 e 3 de junho de 2020.

Fonte: IBI.

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