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Empresa alemã – que tem mais de 20 GW inspecionados ao redor do mundo – busca atuar em favor do crescimento da energia solar no País, oferecendo conhecimento específico em ensaios fotovoltaicos e certificações de equipamentos.

TÜV Rheinland e ABSOLAR fecham parceria para avanço de energia solar no Brasil
Foto: pxhere

A TÜV Rheinland Brasil – subsidiária de um dos maiores grupos mundiais de certificação, inspeção, gerenciamento de projetos e treinamentos – e a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) firmaram parceria em prol do crescimento do mercado fotovoltaico no Brasil.

Agora, a empresa alemã tem a oportunidade de oferecer ao setor nacional todo o seu conhecimento específico em ensaios fotovoltaicos e certificações de painéis térmicos. Além disso, a TÜV Rheinland também participará de discussões de elaboração e revisão de normas e portarias que orientam o mercado de energia solar brasileiro. “Já temos uma forte atuação no setor por aqui, mas queremos ampliar esta presença sendo um parceiro estratégico para os empreendedores e demais players, a fim de avaliar as grandes plantas fotovoltaicas em construção, desde inspeções de controle de fabricação até ensaios na planta instalada”, afirma Robynson Molinari, gerente da área de negócios de energia solar.

Os serviços também compreendem inspeções de instalação, de utilização e de manutenção, bem como avaliação de transporte dos módulos até o local de instalação, ensaios portáteis e treinamentos. A empresa desenvolve serviços que atestam a qualidade e a eficiência dos equipamentos importados ou fabricados no Brasil. Os ensaios em módulos, inversores e baterias são realizados em laboratórios TÜV Rheinland localizados na China, Taiwan, Japão, Índia, Estados Unidos e Alemanha. Os testes são feitos conforme a portaria 004/2011 do INMETRO e aceitos pelo Instituto de metrologia brasileiro.

A TÜV vem disponibilizando seus modernos centros de ensaios no exterior, em favor do desenvolvimento da energia solar no Brasil, desde meados de 2015, quando houve o acordo de reconhecimento mútuo estabelecido entre a CGCRE/INMETRO (Coordenação Geral de Acreditação do Instituto) e organismos internacionais como IAAC (Interamerican Accreditation Cooperation), ILAC (International Laboratory Accreditation Co-Operation) e DAKKS (Organismo Nacional de Acreditação da Alemanha), que chancelam os laboratórios TÜV Rheinland nestes países.

“Para a TÜV Rheinland o mercado brasileiro é estratégico. A energia fotovoltaica possui um grande potencial de expansão no País, já que há abundância de irradiação solar e os custos da fonte já se encontram em patamares de alta competitividade”, diz Gerson Allegretti, coordenador geral de operações da área de energia solar.

Projeções

A energia solar possui um enorme potencial de força competitiva e de crescimento na matriz elétrica brasileira. De acordo com dados da ABSOLAR, a energia solar fotovoltaica produzida no País tem capacidade de atender a uma demanda 170 vezes maior que a necessidade atual.

Em janeiro de 2018, a produção nacional alcançou uma marca história de 1,1 GW de energia solar fotovoltaica operando na matriz – marca que posicionou o País dentro das 30 principais nações no mundo em energia solar fotovoltaica.

A projeção da associação é de que o Brasil ultrapasse 2 GW até o final do ano. Já a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) – vinculada ao Ministério de Minas e Energia (MME) – prevê que a fonte solar fotovoltaica represente cerca de 10% da matriz elétrica no País em 2030, ante o percentual abaixo de 1% atual.

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