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Segundo Índice Comerc Solar, Teresina possui o retorno financeiro mais rápido em energia fotovoltaica de baixa tensão e Manaus nos sistemas de alta tensão.

Estudo divulga quais capitais brasileiras possuem o melhor payback em energia fotovoltaica.
Estudo divulga quais capitais brasileiras possuem o melhor payback em energia fotovoltaica. Foto: pxhere

Uma das maiores vantagens de investir em energia solar fotovoltaica no Brasil é o retorno financeiro que vem com a solução, normalmente, por diminuir uma porcentagem significativa da conta de energia elétrica. Um estudo apresentado pelo Índice Comerc Solar – feito pela Comerc Energia, empresa responsável pela gestão de 15% de toda energia consumida no mercado livre brasileiro – comprovou mais uma vez que o payback é rápido em, praticamente, todas as capitais do País.

O Índice Comerc Solar – elaborado mensalmente desde 2008 e referência para todo Mercado Livre de Energia no Brasil – leva em conta o uso da energia fotovoltaica em baixa tensão – destinada para residências e pequenos negócios – e em alta tensão – para indústrias e grandes empreendimentos. O cálculo do tempo para retorno do investimento varia, principalmente, conforme a alteração de tarifas de energias cobradas pelas distribuidoras. Ou seja, a cada nova alteração do preço praticado localmente, o ranking acaba sofrendo modificações. O payback de um projeto de energia solar é estimado levando-se em consideração quanto o consumidor deixaria de pagar à distribuidora a partir do momento em que ele geraria a sua própria energia por meio de painéis fotovoltaicos.

De acordo com os dados de agosto de 2018, os consumidores de baixa tensão de Teresina (PI), na área coberta pela distribuidora Cepisa, são os que têm o retorno financeiro mais rápido – que acontece em cerca de 2,86 anos. Já o payback mais lento para residências e pequenos negócios se dá em Rio Branco (AC), na área da distribuidora EletroAcre – são 6,63 anos. Em relação ao consumo em alta tensão, a região atendida pela distribuidora Amazonas na cidade de Manaus (AM) oferece o retorno mais rápido, em 4,26 anos. O mais demorado é, novamente, em Rio Branco com a EletroAcre em um período de 8,21 anos.

“Em qualquer caso, estamos falando de um investimento interessante, visto que a vida útil dos módulos fotovoltaicos é de 25 anos em média. Ou seja, depois do tempo de retorno do investimento, o consumidor poderá usufruir de uma energia gratuita por todo o restante do tempo de vida do projeto”, ressalta Marcel Haratz, diretor da Comerc Solar.

Em geral, o ranking aponta que as capitais do Nordeste proporcionam o retorno do investimento em um período mais curto. São seis cidades – além de Teresina, Natal (RN), Recife (PE), Aracaju (SE), Salvador (BA) e João Pessoa (PB) – figurando entre os 10 primeiros na categoria de baixa tensão. Em relação ao uso de alta tensão, o número diminui para cinco, com Teresina, Recife, Fortaleza (CE), Natal e Aracaju entre os 10.

Confira abaixo o ranking completo do Índice Comerc Solar, referente os dados de agosto de 2018.

Índice Comerc Solar de agosto de 2018 para a categoria de baixa tensão
Índice Comerc Solar de agosto de 2018
Índice Comerc Solar de agosto de 2018 para a categoria de alta tensão
Índice Comerc Solar de agosto de 2018

Crescimento de adesão

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), em janeiro deste ano o Brasil possuía 16,4 mil unidades de energia fotovoltaica de geração distribuída – que são instaladas em telhados de casas e empreendimentos particulares –, com uma potência de 136 MW. Hoje, o número chega a mais de 34 mil unidades, que somam 329 MW de potência instalada.

“Este cenário é equivalente a mais de 30 pequenas centrais hidrelétricas ou três usinas hidrelétricas médias. Estamos assistindo a um crescimento exponencial da adesão à energia solar fotovoltaica”, afirma Marcel. O diretor da Comerc Solar ainda ressalta que, apesar da perspectiva animadora, o potencial de geração e energia solar pelo próprio consumidor brasileiro é muito maior, podendo chegar a 164 GW de potência a ser instalada. “Coincidentemente, este é exatamente a produção global de geração distribuída de energia fotovoltaica em 2018, segundo dados da Bloomber New Energy Finance, divulgados no início deste mês de agosto”, ressalta.

Recentemente, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) liberou o financiamento em energia solar para pessoas física, a fim de facilitar o acesso ao investimento em tecnologias de energia renovável e sustentabilidade.

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