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Iniciativa da Cemig prevê a instalação de mais 99 usinas em escolas estaduais de Belo Horizonte através do Programa Energia Inteligente até 2020.

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Além da instalação da microusina, programa também realiza a troca de lâmpadas de alto consumo por LED. Foto: Renato Cobucci.

A Escola Estadual Pandiá Calógeras, em Belo Horizonte (MG), inaugurou neste mês de dezembro a primeira usina fotovoltaica instalada em uma escola pública. A iniciativa faz parte do Programa Energia Inteligente realizado pela Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais) e o Governo de Minas Gerais.

O período de geração da usina solar fotovoltaica pode se estender em até 12 horas por dia. Além da E.E. Padiá Calógeras, outras 99 escolas da capital mineira receberão microusinas até o final de 2020.

“A potência total instalada de cada usina é de 5 kWp (quilowatt-pico). Ela foi projetada com base no espaço disponível nos telhados das escolas públicas que serão contempladas”, afirma Neander Lima, analista de eficiência energética da Cemig.

Além da geração de fontes renováveis, as ações do programa também são voltadas para a substituição do sistema de iluminação presente nas escolas públicas estaduais por tecnologia LED.

“A economia estimada é de até 56%. Além disso, a instalação da usina solar fotovoltaica tem o papel de aproximar os alunos de novas tecnologias voltadas à sustentabilidade e do conhecimento sobre fontes limpas e renováveis”, acrescenta Neander.

Programa Energia Inteligente

Desde o início do programa, em 1998, foram investidos mais de R$ 600 milhões em iniciativas que beneficiaram 682 municípios mineiros, localizados na área de concessão da Cemig. As iniciativas contemplam, principalmente, entidades sem fins lucrativos, governamentais ou de baixa renda.

As iniciativas de modernização da iluminação em escolas públicas estaduais foram iniciadas em 2017 e, até o momento, já atenderam 154 escolas públicas e Escolas Família Agrícola, instituições rurais comunitárias.

Até 2020, a Cemig prevê o atendimento de outras 600 instituições de ensino que terão lâmpadas LED em suas dependências. O investimento é de mais R$ 12,3 milhões.

De acordo com Neander, a implantação destes equipamentos eficientes já demonstrou ganhos significativos, não apenas no que diz respeito à economia financeira, mas, também com o desenvolvimento escolar dos alunos.

“Isso porque a qualidade da iluminação traz impactos diretos na concentração e no foco dos alunos, conforme relatos recebidos dos profissionais de educação e próprios estudantes”, diz.

Considerando a durabilidade das lâmpadas LED, também há redução dos custos de manutenção das escolas. Este fator ainda minimiza os impactos ambientais com o descarte excessivo de materiais. Durante a ação, os produtos substituídos são encaminhados para a reciclagem.

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