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Quatro empresas brasileiras figuram na 15ª edição do Global 100: Banco do Brasil, Natura, Cemig e Engie Brasil Energia. Confira o ranking completo.

ranking global 100
Foto: Divulgação/Global 100

A nova edição do Global 100, índice das corporações mais sustentáveis do mundo, foi divulgada no último dia 22 de janeiro. Ao todo são quatro representantes brasileiros: Banco do Brasil (8º lugar), Natura (15º), Cemig (19º) e Engie Brasil Energia (72º).

Produzido pela revista canadense Corporate Knights, o ranking é feito a partir de 21 métricas de desempenho, como gerenciamento de recursos naturais, relação com colaboradores e diversidade de gênero presente na diretoria, receita limpa – derivada de produtos e serviços social e ambientalmente corretos –, redução de emissão de gás carbônico, entre outros indicativos sustentáveis.

Em 2019, a 15ª edição do Global 100 avaliou mais de 7,5 mil empresas que possuem receita anual acima de US$ 1 bilhão. Confira a classificação completa neste link.

No topo da lista

A primeira colocação ficou com a dinamarquesa Chr. Hansen Holding, do setor de biociência, que desenvolve soluções naturais para as indústrias alimentícia, nutricional, farmacêutica e agrícola. Segundo o estudo, a empresa busca conciliar suas atividades com o cumprimento das metas dos Objetivos de Desenvolvimento da Sustentabilidade (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU).

“Os ODS são uma estrutura realmente boa para transformar nosso negócio em impacto de sustentabilidade. Analisamos todo o nosso portfólio de produtos para ver em qual dos ODS nós tivemos maior impacto e decidimos focar em três pontos estratégicos”, diz Mauricio Graber, CEO da Chr. Hansen Holding.

A empresa dinamarquesa também obteve ótimos desempenhos nas categorias de receita limpa e na representação das mulheres em altos cargos executivos.

Empresas brasileiras

empresas sustentáveis
Foto: Getty Images/Petmal

O Banco do Brasil foi considerado o banco mais sustentável do mundo ao conquistar um lugar no top 10 do ranking Global 100. A empresa teve um enorme salto em comparação ao ano de 2018, quando ficou em 49º.

Para mudar o panorama, foram alocados mais de R$ 193 bilhões em setores da economia verde, como: operações de crédito relacionadas a investimentos e empréstimos para energias renováveis, eficiência energética, construção sustentável, transporte sustentável, turismo sustentável, gestão de resíduos e etc.

“Estar posicionado na liderança deste ranking no setor bancário mundial reforça que estamos no caminho certo no que se refere à sustentabilidade empresarial”, considera Ana Maria Macedo, gerente executiva de inovação e responsabilidade socioambiental do BB.

A Natura aparece na lista pelo décimo ano consecutivo. A empresa aderiu a diversas ações socioambientais em prol de um mercado mais sustentável, como, por exemplo, ser a primeira empresa brasileira a atestar o compromisso de não realizar testes de produtos ou matérias-primas em animais.

Outro destaque é a criação de mais de 80% de fórmulas dos produtos com origem vegetal, ou seja, renovável. A marca utiliza álcool orgânico em todas as linhas de perfumaria e em embalagens eco eficientes, que são produzidas com materiais reciclados pós-consumo.

“Este é um reconhecimento extremamente relevante por mostrar que é possível conciliar um novo jeito de fazer negócios com respeito ao meio ambiente”, celebra João Paulo Ferreira, presidente da Natura.

Já a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) foi eleita a empresa de energia elétrica mais sustentável das Américas – e a terceira em todo mundo –, ao alcançar a 19º colocação geral do Global 100. Pelo segundo ano consecutivo figura entre as 20 corporações mais sustentáveis do planeta.

“Cerca de 98% da nossa capacidade de geração corresponde à fontes de energia limpa, principalmente a hidráulica. Trabalhamos internamente e junto à sociedade, focados no desenvolvimento de soluções cada vez mais sustentáveis e inovadoras”, afirma Luiz Humberto Fernandes, vice-presidente da Cemig.

De acordo com o executivo, a companhia tem feito uma avaliação rigorosa nos seus processos e indicadores relacionados à produção de energia elétrica, incluindo o controle de emissões de gases causadores do efeito estufa. Também é realizado um forte controle sobre o sistema de abastecimento de água e descarte de resíduos sólidos, além de investimentos em inovação e em políticas de valorização do empregado.

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