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Sistema produtivo da Atex, lajes nervuradas reduzem o consumo de concreto durante a obra, gerando economia em cadeia e preservando o meio ambiente.


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edificação feita com laje nervurada
Edificação feita com laje nervurada. Foto: Divulgação/Atex.

A construção civil é um dos setores que mais causam impactos ambientais ao planeta. O consumo de recursos naturais tanto para a produção de insumos e produtos quanto na execução de uma obra, além dos impactos no solo, na vegetação e na comunidade em volta, são implícitos às atividades do setor.

Diante de toda a magnitude deste mercado, é preciso encontrar soluções que incentivam o desenvolvimento sustentável. Trocar a construção em alvenaria por sistemas industrializados é uma ótima maneira de se alcançar níveis maiores de sustentabilidade, tanto em aspectos ambientais quanto econômicos.

A construção em alvenaria é responsável por manusear uma grande quantidade de materiais nocivos ao meio ambiente, entre eles, o concreto. O cimento, empregado para a mistura do concreto, causa graves impactos ambientais devido principalmente ao seu processo de fabricação – que gera uma alta emissão de gases poluentes – e o consumo exacerbado durante as obras – produzindo uma excessiva quantidade de resíduos e desperdícios.

Entre os principais sistemas produtivos de apelo sustentável estão as lajes nervuradas, solução extremamente eficientes em termos de processos e recursos. Atualmente, a Atex fabrica 127 modelos de fôrmas para lajes nervuradas, sendo capaz de atender uma enorme diversidade de projetos.

Lajes nervuradas X sustentabilidade

Fôrmas dispostas para a execução de lajes nervuradas
Fôrmas dispostas para a execução de lajes nervuradas. Foto: Divulgação/Atex.

A utilização de lajes nervuradas é capaz de mitigar os impactos causados por construções em alvenaria justamente por diminuir o uso de concreto e outros materiais, como aço e madeira, garantindo uma estrutura mais leve, sustentável e inovadora para a edificação.

“Os gastos da obra são reduzidos com o aproveitamento das nossas fôrmas, uma vez que a quantidade de materiais – como concreto, aço e madeira – adquirida é menor. Além disso, também há uma redução com custos de contratação de mão de obra e descarte de materiais”, diz Ângelo Carisio, gerente comercial da Atex.

Segundo o executivo, as despesas com mão de obra especializada, hoje em dia, representam um grande percentual na curva ABC da construção. A utilização de um sistema industrializado, como no caso das lajes nervuradas, não só gera resultados financeiros melhores, mas, também, traz benefícios para a produtividade, eficiência e qualidade final da edificação.

O maior apelo sustentável do uso das lajes nervuradas é, sem dúvida, poder reduzir significativamente a quantidade de concreto e aço que são usados na construção. Isso se dá devido ao fato da solução retirar 30%, em média, da parte do concreto que não possui função estrutural.

Por terem formato autoportante – ou seja, não dependem de nenhuma estrutura para ficarem de pé –, as lajes nervuradas são instaladas sobre réguas guias e dispensam o uso de compensados de madeira durante o processo de concretagem. Em 27 anos de fabricação e comercialização do sistema, a Atex já executou mais de 45 milhões de metros quadrados em laje, o que representa a preservação de mais de 3,5 milhões de árvores.

A estrutura mais leve também impacta na execução da escavação e fundação, que podem ser menores e, ainda, saírem mais em conta financeiramente. O mesmo vale para o desempenho de vigas e pilares. “As lajes maciças convencionais representam 50% de toda a estrutura, portanto são os elementos que mais contribuem para o peso da mesma. As lajes nervuradas com moldes recuperáveis proporcionam uma redução em torno de 15% de todo o consumo, peso e custo da obra”, explica Ângelo.

Outra característica importante das lajes nervuradas é que as mesmas conseguem vencer vãos maiores, o que permite espaçar mais os pilares e, consequentemente, requer um número menor de fundações. Este tipo de projeto com grandes vãos são conhecidos por concederem um ar de modernismo à arquitetura do empreendimento.

“Sendo assim, a redução do consumo de concreto gera uma economia em cadeia, em diversos pontos do planejamento da obra, além de preservar mais os recursos naturais”, afirma Ângelo.

Zero geração de resíduos

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Foto: Pixabay/149449_1280

Outro fator determinante para o desempenho sustentável das fôrmas fabricadas pela Atex é o seu ciclo de vida que, basicamente, não produz resíduos durante todas as etapas da obra em que é empregada.

Fabricadas com resinas de polipropileno de excelente qualidade, as fôrmas recebem um acabamento especial de alta resistência que as protegem contra possíveis danos causados pelo contato direto com o concreto. Sem apresentar rachaduras ou buracos, o produto pode ser utilizado diversas vezes em diferentes tipos de projetos.

Após o uso inicial, as fôrmas retornam para as unidades da empresa e passam por um procedimento de limpeza para, novamente, serem aproveitadas em outro processo de concretagem. O ciclo pode ser repetido indefinitivamente, até o momento em que apresentarem algum dano.

Quando não podem mais ser reutilizadas, as fôrmas são transformadas em espaçadores de ferragem – material utilizado em peças de concreto que ficam presos à estrutura da laje para sempre. Portanto, todo este ciclo de vida das fôrmas não gera nenhum resíduo ao meio ambiente.

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