Cada vez mais empresas, pertencentes às mais diversas áreas, têm destinado recursos substanciais para implementar políticas ESG, que englobam a sustentabilidade ambiental, social e governança corporativa, conforme a sigla em inglês Environmental, Social and Governance.

Atualmente, na hora de comprar produtos ou serviços e investir em empresas, os consumidores passaram a analisar outros fatores para além de preço, qualidade e lucro, tais como a adoção de práticas sustentáveis, a responsabilidade social da empresa e o nível de transparência.

De acordo com estudo conduzido pela EY, foi apontado que o ESG influencia em 99% as decisões de investimento do Brasil. Esse cenário se torna indispensável no mundo corporativo, já que seu crescimento é constante. Quem acompanha a evolução das práticas ESG pelo mundo percebe que a responsabilidade socioambiental melhora o desempenho das empresas

“O termo ESG e a exigência de incorporação de critérios ESG na análise de ativos só apareceu pela primeira vez em 2006 no Principles for Responsible Investment (PRI) da United Nations. Incluir variáveis ESG em análises de investimento e ratings de ativos é uma atividade historicamente nova”, enfatiza Vininha F. Carvalho., economista e editora da Revista Ecotour News.

Um estudo da consultoria McKinsey & Company demonstrou que a adoção das práticas ESG pode impactar significativamente na eficiência operacional das empresas, o que reduz custos e aumenta a produtividade.

Segundo Igor Gavazzi Vazzoler, CEO da Progic e engenheiro eletricista pela Universidade Federal de Santa Catarina, com MBA em Gestão de Projetos pela Fundação Getúlio Vargas, é sempre importante avaliar o andamento e os resultados obtidos a fim de analisar o sucesso das estratégias ou não, por isso a importância de definir objetivos claros e mensuráveis. Dessa forma, é possível identificar oportunidades de melhorias contínuas.

Diversas metas inseridas nas métricas ESG estão alinhadas a compromissos globais, como os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. “A visão de longo prazo habilita os empreendedores a contribuir de maneira mais significativa para esses objetivos, abordando desafios sociais e ambientais numa relação de interdependência”, finaliza Vininha F. Carvalho

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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